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Wie weit gehen wir? | Até onde a gente vai?

Dokumentarfilm des / Documentário do Coletivo da Quebrada (Brasilien/Brasil 2020, 73 Mi, OT mit eng. UT/ com Leg. eng.)

Anmeldung erforderlich

Austausch, Film
Do, 10.02.2022
18:00 - 21:00

Há uma tradução portuguesa mais abaixo na página.

 

Amanda, Lília und Rogério leben am Stadtrand von Jd. João XXIII, am Rande des äußersten Westens von São Paulo. Der Dokumentarfilm verfolgt den Alltag der drei Menschen, die täglich bis zu vier Stunden mit öffentlichen Verkehrsmitteln von ihrem Wohnviertel ins Zentrum von São Paulo und wieder zurück pendeln. Der Film thematisiert diese lange und anstrengende Reise mit der Buslinie Jd. João XXIII, die Beziehung der einzelnen Personen zum öffentlichen Verkehr und auch die Dilemmata, die damit einhergehen: Verspätungen, volle Buslinien und die Zeit des Pendelns, die je nach Verkehr variiert. Mit der Buslinie 7545 pendeln sie zu ihrem Arbeitsplatz, zum Studium und zu ihren Freizeitaktivitäten. Dabei werden Themen wie Gentrifizierung, der überteuerte Preis für öffentliche Verkehrsmittel, Wohnraum und der fehlende Zugang zu grundlegenden Rechten für diejenigen, die weit entfernt vom Zentrum einer der größten Metropolen Lateinamerikas leben, behandelt. „Die immer prekäre, weit entfernte und teure Verbindung zwischen Vororten und Zentren ist ein weiteres Hindernis für die brasilianische Bevölkerung, ihr Recht auf Arbeit, Bildung, Kultur und Gesundheit zu erhalten und wahrzunehmen“, sagt Interviewer und Produzent Diego Peralta, 24.

Im anschließenden Gespräch mit Miradas Feministas und dem Coletivo da Quebrada erfahren wir mehr über die Hintergründe des Films und wie sich die Situation auch in Zeiten der COVID-19-Pandemie verändert hat.

Die Veranstaltung findet statt als Kooperation zwischen Miradas Feministas und der W3_Werkstatt für internationale Kultur und Politik.

 

Das Coletivo da Quebrada wurde von zwei jungen schwarzen Männern gegründet, die am Stadtrand von Sao Paulo, Nachbarschaft Jd. João XXIII leben. Angesichts des fehlenden Zugangs zur städtische Infrastruktur ist das Colectivo da Quebrada eine peripherische Antwort auf die rassistischen und klassenbedingten Ausgrenzungen, die in der Stadt auftreten.

 

Das feministische Kollektiv Miradas Feministas wurde 2018 als eine Diskussionsgruppe über feministische Themen im lateinamerikanischen Kontext gegründet. Miradas Feministas organisiert regelmäßige Treffen und Diskussionen über feministische Kämpfe in Lateinamerika. Hauptziel des Kollektivs ist es, die Diskussion über die diversen Aspekte der lateinamerikanischen Feminismen anzuregen und zu pflegen. Für einen möglichst hohen Grad an Diversität hat Miradas Feministas es sich zudem zur Aufgabe gemacht, ein Netzwerk mit den vielen verschiedenen Fraueninitiativen in und aus der Region aufzubauen. Innerhalb des Kollektives sind wir Frauen mit überwiegend akademischem Hintergrund, mit dem Willen, das universitäre System, die Gesellschaft und den Aktivismus miteinander zu verbinden, so dass alle davon profitieren und voneinander lernen können.

 

Amanda, Lília e Rogério vivem na periferia de Jd. João XXIII, na periferia do extremo oeste de São Paulo. O documentário acompanha a vida cotidiana das três pessoas que diariamente viajam, ida e volta, por até quatro horas em transporte público, de seu bairro até o centro de São Paulo. O filme focaliza esta longa e exaustiva jornada com a linha de ônibus Jd. João XXIII, a relação dos indivíduos com o transporte público e também os dilemas que os acompanham: Atrasos, linhas incompletas de ônibus e o horário do trajeto, que varia de acordo com o tráfego. Eles se deslocam para seu local de trabalho, para seus estudos e para suas atividades de lazer com a linha de ônibus 7545. No filme também são abordadas questões como a gentrificação, alto preço do transporte público, habitação e a falta de acesso aos direitos básicos para aqueles que vivem longe do centro de uma das maiores metrópoles da América Latina. “A conexão cada vez mais precária, distante e cara entre as periferias e os centros é um outro obstáculo para a população brasileira obter e exercer seus direitos ao trabalho, educação, cultura e saúde”, diz o entrevistador e produtor Diego Peralta, 24 anos.

Na conversa seguinte com Miradas Feministas e o Coletivo da Quebrada, aprendemos mais sobre os antecedentes do filme e como a situação essa situação se intensificou durante a pandemia da COVID-19.

O evento é uma cooperação entre Miradas Feministas e a W3_Werkstatt für internationale Kultur und Politik.

 

Coletivo da Quebrada:

O Coletivo da Quebrada foi criado por dois jovens negros moradores de uma periferia de São Paulo, Jd. João XXIII. Em meio a falta de acesso à cidade, o coletivo da quebrada é uma resposta periférica as exclusões raciais e de classe que acontecem na cidade.

 

O coletivo feminista Miradas Feministas foi fundado em 2018 como um grupo de discussão sobre questões feministas no contexto latino-americano. Miradas Feministas organiza reuniões e discussões regulares sobre as lutas feministas na América Latina. O principal objetivo do coletivo é estimular e manter a discussão sobre os diversos aspectos dos feminismos latino-americanos. Para o mais alto grau de diversidade possível, Miradas Feministas também fez sua missão de construir uma rede com as diversas iniciativas de mulheres na e da região. Dentro do coletivo, somos mulheres Latinas e não-Latinas, com formação predominantemente acadêmica, com a vontade de conectar o sistema universitário, a sociedade e o ativismo para que todos possam se beneficiar e aprender uns *com os* outros*.

 

Veranstaltungsort
Digital, ,

Veranstalter*in
W3_Werkstatt für internationale Kultur und Politik

Weitere Angaben

Untertitel
Dokumentarfilm des / Documentário do Coletivo da Quebrada (Brasilien/Brasil 2020, 73 Mi, OT mit eng. UT/ com Leg. eng.)
Kooperation
Die Veranstaltung findet statt als Kooperation zwischen Miradas Feministas und der W3_Werkstatt für internationale Kultur und Politik.
Wichtiger Hinweis
Anmeldung erforderlich

Kooperation
Die Veranstaltung findet statt als Kooperation zwischen Miradas Feministas und der W3_Werkstatt für internationale Kultur und Politik.

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